Varejistas e supermercadistas se animam com as expectativas de crescimento do mercado.

Os varejistas devem permanecer otimistas neste segundo semestre do ano. Com as diminuições das restrições da Covid-19 e o retorno dos clientes para as lojas físicas, vem sendo um indicativo positivo no Brasil.
Mesmo o volume ainda sendo menor que o segundo semestre de 2020 e o primeiro semestre de 2021, os números andam se mostrando positivos e ainda assim a expectativa é que eles melhorem a cada mês.
João Cavalcante, presidente da Associação de Supermercadistas (Apes), destaca essa retomada com grande foco no segmento de supermercados.
Ele também explica que, no primeiro semestre de 2022, o segmento teve 14,15% de crescimento na arrecadação comparado com o mesmo período de 2021. Desta forma, os números indicam que esse mercado continua em expansão, o que mudou foi o comportamento do consumidor.
Um dos principais desafios apontados no ramo, pelo presidente da Associação Pernambucana de Atacadistas e Distribuidores (Aspa), Inácio Miranda, tem sido a concorrência entre pequenos e médios varejistas contra redes multinacionais e regionais de outros Estados.
Segundo dados do Caged, do Ministério do Trabalho, o pequeno varejo gera 65,0% dos empregos no Estado, enquanto que as grandes redes geram 34,5%. De acordo com números do IBGE, o pequeno varejo oferta 2.024 milhões de empregos, sendo 160 mil apenas em Pernambuco. Já os grandes varejos geram, no total, 396 mil empregos.
Sem falar que, 94% dos municípios são abastecidos pelos pequenos varejistas, sendo os maiores responsáveis por gerarem empregos formais.
(Fonte: JC Negócios – Fernando Castilho).
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